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	<title>Revista Men&#039;s Health &#187; Carta do Editor</title>
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	<description>Só mais um site WordPress</description>
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		<title>Vamos em frente que atrás vem&#8230; a concorrência!</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Apr 2013 14:51:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carta do Editor]]></category>
		<category><![CDATA[carta]]></category>
		<category><![CDATA[editor]]></category>

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		<description><![CDATA[Sete anos atrás, falar de cremes para homens era coisa de metrossexual. Não mais. Você venceu, leitor. Parabéns para nós]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-17072" title="Carta-do-Editor" src="http://menshealth.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/04/Carta-do-Editor.gif" alt="" width="620" height="352" /></p>
<p>Em 2006, às vésperas do lançamento da Men’s (mês que vem é edição de aniversário!), a brincadeira predileta dos meus amigos era: “Ei, você vai dirigir revista pra marombado?”. Sete anos atrás, a perspectiva de informar gente que cuidava do corpo estava contaminada de preconceito.</p>
<p>“Corpo”, para alguns dos brothers, era papo de caras que espumavam vaidade pelas orelhas, gente brega, com uma perspectiva de vida desequilibrada, para dizer o mínimo. Meses depois, quando da nossa primeira Edição Especial de Cuidados Pessoais (abril 2007), a<br />
sacanagem virou: “Ah, entendi: a revista é pros metrossexuais, certo?”. Convivemos até hoje com visões distorcidas como essas. Mas graças a você, leitor, cada vez menos.</p>
<p>Atualmente, a Men’s Health Brasil disputa o primeiro lugar nas bancas com a Playboy entre todas as revistas masculinas do país. As inúmeras iniciativas de manchar nosso conteúdo e posicionamento – reacionarismo bobo, eu diria – soam hoje piada velha. Você, leitor, deixou conservadores e gente supostamente esclarecida (alunos e luminares da academia, que escreveram dezenas de teses sobre a “revista para o metrossexual”) isolados no próprio preconceito. Em nome da equipe da MH, valeu!</p>
<p>Chegamos à disputa pela liderança em circulação por dois motivos: 1) um conteúdo que propõe uma vida mais legal, já e no futuro, a partir de pequenas mudanças nos hábitos e na maneira de pensar do homem; 2) a reverberação desse conteúdo em leitores ávidos por informação de qualidade, gente sem frescura, sem âncora no passado, que não precisa do aval de ninguém para desenhar o próprio destino. É por causa de você, leitor, que a MH é o sucesso que é (120 mil exemplares impressos e digitais vendidos por mês, um marco no cenário de publishing hoje). A gente sabe que até você pode ter tido, sim, dúvidas quanto à nossa proposta. Sete anos atrás, a ousadia editorial da Men’s Health – bem-estar para homem? Jornalismo de serviço masculino? Cremes para a pele? Respeito à inteligência e à liberdade das mulheres? Comida funcional? Corpo sarado? — era exótica até para caras descolados. Mas você, como a gente, estava receptivo para o novo, queria uma vida mais relax. Portanto, se alguém aqui chegou ao sucesso nesses sete anos de informações sobre qualidade de vida, esse alguém é você.</p>
<p>Sua exigência, sua curiosidade pelas soluções práticas – enfim, sua demanda por conteúdo inteligente, relevante, moderno – nos fez olhar para a frente, para a ciência e para a objetividade. Cá estamos, aprofundando mais uma vez nossa missão de deixar você mais preparado para a pauleira do mundo contemporâneo – desta vez, querendo você mais atraente visualmente, mais senhor de sua autoestima, com mais ferramentas para o sucesso profissional, sexual e social. Vamos em frente, pessoal.</p>
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		<title>O passado te condena</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Mar 2013 18:19:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carta do Editor]]></category>
		<category><![CDATA[amigos]]></category>
		<category><![CDATA[barriga]]></category>
		<category><![CDATA[cerveja]]></category>
		<category><![CDATA[editor]]></category>

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		<description><![CDATA[A batalha contra a balança faz parte da rotina de muito cara moderno, mas tem gente que insiste em jogar pesado contra a história. Não importa: aqui está a Edição Especial Perda de Peso que vai fazer todos viverem melhor]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-16491" title="Carta-do-Editor" src="http://menshealth.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Carta-do-Editor.gif" alt="" width="620" height="352" /></p>
<p>Dia desses, estava com alguns velhos amigos no bar e o papo começou a girar em torno do tema barriga. Regados a boas cervejas e abastecidos de petiscos suculentos, sacaneávamos uns aos outros, num clima leve e fraternal que só brothers de longa data se permitem. Claro, com sete anos de Men’s Health nas costas, eu era, simultaneamente, o mais preparado e o menos indicado para tirar sarro da galera. Para não jogar areia na brincadeira, evitei trazer à tona temas caros ao capítulo pança – risco de ataque cardíaco, diminuição da testosterona, problemas na coluna, colesterol, má qualidade do sono (estresse, mau humor, carreira à deriva etc.). O papo corria na órbita do comportamento – mulheres, para ser mais específico.</p>
<p>“Com essa barriga, você só pega resfriado”, disse Carlão pro Jota, sobre as chances de sucesso sexual do único solteiro do grupo. “Isso é excesso de gostosura”, devolveu o engenheiro, seguro, rápido no gatilho e experiente na defesa da silhueta avantajada. Jota é o típico cara desencanado, conservador mais por preguiça do que por convicção, sujeito adorável, mas comodista pra burro (desculpe, brô). Volta e meia eu era convocado a entrar na discussão. Aliás, é sempre assim – esse é um dos efeitos colaterais nocivos de se dirigir uma revista de bem-estar: virar referência de bom comportamento. Vamos deixar claro: minha missão é sugerir mudanças; açoitar é para quem odeia a liberdade.</p>
<p>Ok, ao que interessa: quem você acha que mais encheu o saco com o papo sobre ter ou não um tanque? O Jota. Quando ninguém mais aguentava falar sobre como é fácil controlar o peso “resetando o chip” (tradução: adotando novos hábitos no dia a dia como caminhar, subir escadas, diminuir o tamanho do prato, comer mais vezes em porções menores, mexer o esqueleto etc.), Jota voltava ao tema. Ora na base da piada (“Sou macho, meus pneus não me deixam mentir”), ora na carona de sofismas (“Meu avô comia de tudo e viveu até os 92 anos”).</p>
<p>Ninguém mais aguentava o papo sobre obesidade. Todo mundo que estava ali se cuida legal, com hábitos de exercícios que vão da pelada à academia, do tênis à corrida. Todo mundo segue as novidades e reforça a motivação lendo a MEN’S HEALTH e outros cadernos de bem-estar. Jota deixou uma lição naquela tarde de sol, ministrada involuntariamente: além de grandes chances de ter problemas de saúde, sexuais, de estar sempre na defensiva, na rabeira do comportamento masculino, o cara estava infelizmente se tornando um mala. O pior: como os mais rechonchudos têm maior resistência ao álcool, em certo momento era o único a tomar a tribuna na nossa conferência etílica “Uma vida sem pneus”. Jota, acuado pela história, pela modernidade dos amigos, pela condição de minoria ressentida, havia enchido o saco da galera toda naquela mesinha de calçada. Lá fora, um monte de garotas de saia, regata e rasteirinha desfilavam sua leveza diante de nossos olhos blasés.</p>
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		<contentType>reportagens</contentType>
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		<title>De frente pra onda</title>
		<link>http://menshealth.abril.com.br/carta-do-editor/edicao-de-janeiro-2/de-frente-pra-onda/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Jan 2013 17:57:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição de Janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Tome o leme do seu futuro e navegue mais confiante e feliz. Mande ver: não deixe 2013 estragar seu passeio]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-11989" title="Carta do Editor" src="http://menshealth.abril.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Carta-do-Editor.gif" alt="" width="620" height="352" /></p>
<p>Há duas maneiras de você começar 2013 legal. Uma é olhar pra frente, seguro – claro, sem aquela certeza ingênua dos crentes que veem na providência da sorte, dos céus, a alavanca para avançar. A outra&#8230; é olhar pra frente com mais segurança ainda. Eu disse começar legal, certo?</p>
<p>Você sabe, rezando ou não, marolas e tempestades vão sacudir seu ano, sua vida, a da sua tia. Você é um cara pé no chão, já navegou o suficiente para ter no radar a turbulência, a inconstância, a imprevisibilidade da vida. Não é de graça que você se prepara física, mental e intelectualmente o tempo todo. Não é por acaso que você conta com a gente nessa jornada.</p>
<p>Este ano, por mais que 2013 tenha surgido no dia 1º coberto pelas nuvens da crise dos Estados Unidos e da Europa, continuaremos a seu lado para você construir um olhar confiante para os meses que virão. Um olhar confiante e pé no chão – mesmo que naquele porre de champanhe do réveillon você tenha se deixado inebriar pelas oportunidades de negócios que Copa e os Jogos Olímpicos podem trazer até 2016.</p>
<p>Se vai ser um mar de rosas ou não, não importa. O que se trata aqui é de você ter o leme do seu barco nas mãos. É você driblar as profecias catastrofistas e os apelos salvadores do céu ou da megalomania dos negócios, e tomar decisões sensatas, equilibradas, conectadas à sua vontade. Enfim, é você ser líder de você mesmo, embarcar nos sonhos e oportunidades que vão fazê-lo realmente feliz. É escolher os portos onde quer atracar e desistir de expedições arriscadas ou daquelas que torram seu saco.</p>
<p>Pense bem, não vem do próprio mundo dos negócios a ideia de que liderança é uma das competências mais valorizadas hoje? E por que é uma capacitação tão rara nos executivos atuais? Por que nem todo mundo consegue se virar nos trinta. O cara deve identificar e reter talentos e conduzir a equipe (ou a empresa) rumo ao sucesso – na calmaria ou no maremoto. Precisa perceber oportunidades onde os outros veem terreno árido. Tem que lidar com altos desafios, riscos, ameaças e até com o sucesso quando pintar – sem sair do eixo. Ou seja, ao ler tudo isso você deve ter pensado em grana, sobrevivência, permanência, futuro, isolamento, fracasso&#8230; É isso mesmo.</p>
<p>O propósito desta edição: inspirar um novo jeito de começar o ano, especialmente um como 2013. A ideia é tirar lições da economia e liderar o maior dos negócios que você conhece: sua vida! Sim, seu corpo, suas vontades, seu prazer. Você deve aplicar as mesmas habilidades e valores usados pelos grandes executivos para colocar sua existência no caminho do futuro – do futuro que VOCÊ planejou para ela. Sim, é preciso foco, motivação, conhecimento, resiliência e domínio de negociação (ou você acha que não vai ter de negociar com seu corpo folgas, autoindulgências diversas, roubo nos treinos e aquele porre redentor?).</p>
<p>Esta MH é uma ferramenta para ajudar você a se capacitar, ganhar confiança e encarar o mundo real – aquele onde lidar com a economia, a ressaca, o esforço e a recompensa só depende de você. É nosso presente de ano novo para inspirar você a navegá-lo com mais segurança, energia, sabedoria e flexibilidade. Faça sol ou faça chuva. Estando o mar pra peixe ou pra tubarões.</p>
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		<title>Por um 2013 mais fácil!</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Dec 2012 19:50:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carta do Editor]]></category>
		<category><![CDATA[Airton Seligman]]></category>
		<category><![CDATA[carta do editor]]></category>

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		<description><![CDATA[Quer um ano novo sem neura, divertido? Pegue carona na tecnologia, ela está aqui pra isso]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://menshealth.abril.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Carta-do-Editor.gif" alt="" title="Carta do Editor" width="620" height="352" class="aligncenter size-full wp-image-11989" /></p>
<p>Que a tecnologia muda a sociedade de cima a baixo todo mundo sabe. Da pedra lascada à máquina a vapor, da eletricidade à era digital, o conhecimento tecnológico resultou em novas formas de trabalhar e, daí, em novos horizontes intelectuais. Ou seja, ele afeta diretamente a produção e o pensar sobre a distribuição da riqueza que surge com ela. Se você lembrou de economia e política, mandou bem.</p>
<p>E por que estamos sempre criando novas tecnologias? Porque com elas construímos nosso conforto, nosso bem-estar. Vale lembrar que mesmo quem busca só o conforto espiritual precisa de um bom tatame e um teto seguro para meditar. Até para transcender dependemos da tecnologia.</p>
<p>A questão hoje é: toda essa tecnologia que nos rodeia está aí para nos dar tranquilidade ou nos dar trabalho? A era digital – fase tecnológica que define nossa época – facilita, sim, o trabalho, as relações pessoais, a organização da sociedade. Mas será que os efeitos colaterais dela (a “aceleração” do tempo, a vigilância da liberdade individual, nossa superexposição) não nos roubam o conforto?</p>
<p>Não necessariamente. Virar vítima ou agente desse universo depende mais da sua capacidade de se manter em equilíbrio do que dos apelos irresistíveis – ou da tirania intrínseca – da vida high-tech. E é para isso que nós, da MH, estamos aqui.</p>
<p>Ao ampliarmos para dez páginas nossa seção Equipamento e transformá-la no Guia Tech MH com 104 gadgets e soluções (pág. 87), levamos em conta a mesma missão que norteia nosso trabalho há 80 edições: apresentar as melhores ferramentas para você equalizar trabalho e vida privada, esforço e diversão. Ou seja, para ter mais bem-estar. A ideia é mostrar equipamentos que facilitam e divertem sua vida. São soluções que qualificam seu lazer e seu poder de sedução e tornam menos árduos e mais estilosos o batente e os exercícios físicos.</p>
<p>Em resumo, aqui estão as ferramentas para você ter um 2013 mais legal, menos complicado. Quer maneira melhor de desejar um ano novo cheio de paz e felicidade?</p>
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		<title>Deixe a concorrência pra trás</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Nov 2012 19:28:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carta do Editor]]></category>
		<category><![CDATA[estilo]]></category>
		<category><![CDATA[Sedução]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>

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		<description><![CDATA[Mostre como se ganha a guerra da sedução neste verão: construa um visual com conforto, personalidade e sensualidade]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://menshealth.abril.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Carta-do-Editor.gif" alt="" title="Carta do Editor" width="620" height="352" class="aligncenter size-full wp-image-11989" /></p>
<p>Dia desses, conversava com um casal de amigos jornalistas sobre alternativas profissionais, e ela disse para o parceiro: “Você ficaria muito sensual mexendo com marcenaria”. O cara vive para as letras e para a tecnologia, e rimos muito. O fato é que minha amiga trouxe à tona um dos temas centrais do comportamento e do consumo modernos: a sensualidade.</p>
<p>Se a masculinidade (não o chauvinismo) sempre girou na órbita do macho clássico – leia-se coragem, pragmatismo, força&#8230; –, a sensualidade masculina vem ganhando novos contornos entre garotas modernas como minha amiga. Ok, podemos dizer que sensualidade é, em grande parte, um valor subjetivo – uma garota define se você é ou não um cara sensual com base no universo intelectual e sócio-econômico dela. Como se diz, gosto não se discute.</p>
<p>Claro, há, entre as mulheres, códigos praticamente universais para definir o potencial de sua sensualidade. Por exemplo, grossura não é sensual. A firmeza – sexual, de caráter, nas decisões – quase sempre, sim. Dar atenção é sensual; ser egoísta, não. Um cara conformista é broxante; um sujeito que toma atitudes é quente.</p>
<p>Há ainda critérios objetivos de avaliação. E estilo, um valor que depende da moda da época, é o principal deles.</p>
<p>Aqui, entramos nós, da MEN’S HEALTH. Montamos um Guia de Estilo Verão com 125 peças e soluções que vão fazer você expressar com propriedade seu jeito de viver. A gente sabe que você curte conforto. Que é versátil, decidido, determinado, ágil como um aventureiro, focado como um marceneiro. E que curte garotas inteligentes, bem informadas. A partir das tendências mais legais deste verão, escolhemos peças a dedo, literalmente: tocamos a textura dos tecidos, avaliamos o conforto do corte, a descontração do look. Você está com sorte: nunca um verão teve uma moda tão com a sua cara. Os estilos safári, náutico, havaiano, étnico, militar e praia vintage reúnem praticidade e elegância, leveza e classe.</p>
<p>Você pode questionar: ser refém da moda é sensual? não. Por isso damos tantas opções, ideias, dicas, combinações. Justamente para que você construa um look confortável capaz de expressar o que de fato é, e não o que os outros (chefe, empresa, parceira, brothers) gostariam que você fosse. Quer trabalhe com recursos digitais ou com a coisa mais básica da existência de um homem – um pedaço de madeira –, a construção do seu estilo está garantida nas páginas do nosso especial (pág. 103). E não tem nada mais<br />
sensual do que ter estilo.</p>
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		<title>A aparência dos vencedores</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Oct 2012 21:13:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carta do Editor]]></category>
		<category><![CDATA[aparência]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados Pessoais]]></category>

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		<description><![CDATA[Nunca tivemos tantas soluções para melhorar o visual. E nunca você teve tantos motivos para aproveitá-las]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-11989" title="Carta do Editor" src="http://menshealth.abril.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Carta-do-Editor.gif" alt="" width="620" height="352" /></p>
<p>Aqui está mais um providencial Especial de Cuidados Pessoais, serviço masculino no qual a MEN’S HEALTH foi pioneira no Brasil. Hoje publicamos dois por ano – em abril, com foco no inverno, e este de outubro, para você se dar bem no verão. Desde nosso lançamento, há mais de seis anos, batemos na tecla de que cuidar da aparência – assim como construir um corpo legal, fazer sexo de forma plena, manter a saúde em alta, cultivar hábitos espertos de nutrição e turbinar estilo e carreira – é fundamental para o bemestar masculino. Nesta edição estão 14 páginas para você reforçar essa ideia e sair bem na foto. Mas antes de curtir as 126 soluções e produtos do Especial (pág. 90), dê uma olhadinha por que ele é tão importante na sua vida.</p>
<p>• <strong>Estamos vivendo mais.</strong> Em meio século, a expectativa de vida do homem brasileiro cresceu 22 anos. Atingimos em média cerca de 70 anos, contra 48 anos em 1960. O que isso quer dizer? Que o velho de ontem é só o cara mais experiente de hoje. Nos últimos 50 anos, fomos brindados com um salto inigualável em conhecimento e desenvolvimento tecnológico na medicina e na nutrição. Tudo iluminado por uma visão de mundo mais leve, legada da contracultura. O resultado? Hoje você estende a diversão por mais tempo. Os cinquentões atuais curtem esportes radicais, viagens legais, mandam bem na academia e na carreira, e&#8230; têm mais oportunidades de sexo que seu avô tinha quando completou 50. Melhor: os cinquentões atuais vão ter sexo até os 70, 80, com as soluções farmacêuticas para disfunção erétil. A pergunta: quer aproveitar legal toda essa energia e longevidade? Cuide da fachada já.</p>
<p>• <strong>Subir na vida está mais difícil.</strong> Sim, as mulheres vêm disputando os melhores postos de trabalho e tomando posições de chefia que tradicionalmente eram masculinas. Isso é ótimo para o mundo. Mas ruim para seu salário. No atual caos do mercado de trabalho, elas têm vantagens competitivas naturais: têm mais poder de comunicação e se adaptam mais facilmente do que nós. A questão: vai chegar mulambento naquela entrevista de emprego? Acha que só boas ideias sustentam uma promoção? Um tapa na fachada aumenta suas chances.</p>
<p>• <strong>Estamos superexpostos.</strong> Ao sol. Ao escrutínio público nas redes sociais. Às avaliações profissionais – seu concorrente ou empregador hoje vive em Cingapura, no Vale do Silício, no México&#8230; Ao crivo feminino, cada vez mais criterioso. Então, você não vai querer aparecer por aí com cara de acabado, vai?</p>
<p>• <strong>A indústria está a nosso favor.</strong> Durante anos, a masculinidade foi identificada com uma vida espartana e prazeres broncos. Comer iguarias era coisa de quem usava babados nas mangas. Cuidar do corpo, uma atitude feminina. Cremes? Só quando a pele rachava ou você se enchia de bolhas ao sol. A indústria de cosméticos, claro, era voltada para as mulheres, vaidosas por natureza. Só que o mercado uma hora precisa se expandir. A solução? (“Ei, os homens estão menos brucutus&#8230;”) Óbvio, atacar o universo masculino. Resultado: nunca vimos tanta solução legal, feita com base científica e focada nas características do macho. Agora diz, você vai se aproveitar dessa fornada, não?</p>
<p>• <strong>A gente gosta de sexo.</strong> Cheers.</p>
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		<title>O cafofo é o canal</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Aug 2012 20:49:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição de Setembro]]></category>
		<category><![CDATA[especial morar bem]]></category>

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		<description><![CDATA[Sua casa é o motor de sua estabilidade, sabedoria, seu prazer e conforto. Chega mais: aqui está uma edição para você curtir a vida doméstica – sem se deixar domesticar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-11989" title="Carta do Editor" src="http://menshealth.abril.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Carta-do-Editor.gif" alt="" width="620" height="352" /></p>
<p>Dia desses, terminamos uma reunião de trabalho e um colega de outro departamento veio conversar sobre uma sacada “legal” de nutrição. Disse que tinha emagrecido vários quilos substituindo uma das refeições por um shake X durante um mês. Sugeriu reportagem na Men’s. Expliquei que não publicamos matérias com soluções discutíveis, polêmicas. Nossa meta é o equilíbrio. Comer – ou treinar, se relacionar, cuidar da saúde etc. – de forma balanceada é o melhor caminho para ter corpo em dia, cabeça no eixo, sexo a mil, enfim, uma vida plena.</p>
<p>Ok, dá para dizer que alguns shakes, quando consumidos como suplementos, favorecem o emagrecimento ou o ganho de massa. Mas usados para substituir refeições num prazo relativamente longo é jogar para perder. Se não apenas nas qualidades nutricionais – especialmente sem compensação de nutrientes nas outras refeições –, também no prazer e na saciedade. Ou degustar um prato legal não é um ritual gastronômico importante?</p>
<p>Vida plena, bem-estar, equilíbrio são condições mais complexas do que só ter um corpo legal. É preciso reeducar hábitos alimentares, mudar o mind set. Balanço legal, em qualquer pilar de sua vida (nutrição, sexo, condicionamento, saúde, estilo, carreira) só se consegue por meio de informação e da aplicação desse conhecimento. Daí vem a recompensa. E não por meio de privações – físicas, sensoriais ou emocionais. Avançar na vida envolve corpo e mente, é uma questão de trabalho e resultado. Recompensa sem trabalho é aposta na salvação celestial. É loteria. E prêmio de loteria – prêmio já diz tudo – distorce a visão do jogador, não educa, vicia e dura pouco. Onde está o equilíbrio aqui?</p>
<p>Certo, já vimos que é preciso transformar ideias em ações, alinhar cérebro e músculos, amarrar estratégias com saídas práticas. Onde você tem mais condições de fazer isso? No trabalho? Eu e a torcida do Flamengo temos dúvidas. Na academia? Nos ocupamos demais com o corpo por lá. Nos templos, cultos, baladas, raves, spas e centros de massagem? Ali privilegiamos as sensações cerebrais. Não dá outra: nosso combustível para tocar o barco vem de casa – seja você solteiro ou casado, como eu. Meu gás diário vem dos papos com minha filha. As decisões que tomo são estudadas com minha mulher ou refletidas na solidão da sala – ao som de Jeff Buckley e/ou ao sabor de um bom tinto ou uma cerveja encorpada.</p>
<p>Casa hoje está cada vez mais no centro das discussões do bem-estar. Designers contemplam o bunker com arrojo ou irreverência, a fim de motivar uma vida mais alegre e frutífera. Cientistas da sustentabilidade se preocupam com os solteiros (otimiza-se o consumo de energia, água, transporte etc. quando se vive com mais gente sob o mesmo teto). A psicanálise mantém olho vivo no seu cafofo. Você está viciado em internet? Vive recluso? Tem síndrome do pânico ao cruzar o portão? E não é de hoje que a escalada da violência nos impõe repensar a vida doméstica. Tudo isso sem falar da (nem tão) nova relação entre homem e mulher, que vem levando a nós, homens, cada vez mais para dentro do ninho, na carona da responsabilidade e do prazer (educação dos filhos, alimentação bacana, tarefas domésticas repartidas, escolha da decoração).</p>
<p>É por isso que todo ano trazemos nosso Especial Morar Bem, como o que você encontra em 14 páginas desta edição (pág. 80). Aqui, reunimos 100 ideias para você comer legal, seduzir com classe, malhar com criatividade, receber e celebrar com estilo e se divertir a valer. Vá nessa. Esta é uma edição para relaxar. Sinta-se em casa.</p>
<p style="background-color: #b10c15;">
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		<title>Esquente sua curtição</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jul 2012 18:54:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carta do Editor]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[comida]]></category>
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		<category><![CDATA[perda de peso]]></category>

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		<description><![CDATA[Aproveite ao máximo grandes vantagens do frio. Sacie a necessidade de comer mais e o prazer de mandar ver em pratos pesados, enquanto seca o shape na boa – o calor logo taí!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="wp-image-10215 alignright" title="Carta da Editora" src="http://menshealth.abril.com.br/wp-content/uploads/2012/07/MH-76-Carta-da-Editora-02.gif" alt="" width="352" height="620" /></p>
<p>Não é lenda. Nem desculpa de domínio público para a gente fazer pratos maiores sem peso na consciência. É fato que frio dá mais fome e maior prazer em comer, em degustar uma bebida encorpada. No inverno, nosso organismo precisa aumentar a termogênese (geração de calor) para manter-se a 36 °C. Gastamos energia para isso. Então, ganhamos apetite. E o motivo hedônico? Quando a temperatura do ar baixa, salivamos é por receitas pesadas, a comfort food da estação, em vez de alimentos leves, certo? Mas, relax, é simples aproveitar tudo isso sem errar a mão. Leia: você curtir o barato do frio e não deixar o peso do corpo disparar, comprometendo sua saúde, seu sexo, enfim, seu bem-estar.</p>
<p>Já errou a mão? Abusou na comilança e ainda permitiu o sofá vencer a academia de lavada no quesito audiência? Ou, merecidamente, tirou férias como o nosso comandante, o diretor de redação Airton Seligman? Sim, é por isso que ele não está na foto acima. A gente ainda não sabe se o Selig ganhou uns quilinhos em julho – a equipe MH finalizou esta edição antes de ele voltar à redação, agora em agosto. Mas você ganhou? Está a fim de limar pança, se preparar legal e na boa, para quando o calor chegar? Sem grilo. Tá fácil. Tudo o que você precisa está nesta MEN’S HEALTH.</p>
<p>É uma Edição Especial Perda de Peso. Traz 28 páginas com sacadas ágeis para você secar rápido e na maior curtição. Exemplos? No pôster (entre as págs. 42 e 43), há um circuito de exercícios de musculação dinâmico e sob medida, junto de um cardápio saboroso, para você incinerar até 5 quilos em 1 mês. Também preparamos um guia de corrida (pág. 72) para você aumentar a velocidade das passadas sem ter lesão, queimar gordura e manter a motivação em alta. Nesta MH, você ainda descobre quais os melhores sandubas para comer, na rua ou em casa, depois da balada e rebater a ressaca com menos calorias (pág. 80). Mais: fica sabendo como turbinar a testosterona no seu corpo para emagrecer, transar mais e dar um up na saúde (pág. 86).</p>
<p>Não é lenda. É fato que, além de levantar seu charme e sua autoestima, manter o shape fit prolonga sua vida, estende seu prazer. Quem tem excesso de gordura visceral (a responsável pela famosa “barriga de chope”: abdome de aspecto estufado, volume rijo que dá até em gente de pernas e braços trincados) duplica a chance de morrer cedo, segundo pesquisa da Sociedade Americana de Câncer (EUA). Vire a página e veja como enxugar a pança a jato, fazendo exercícios na boa e comendo bem. A gente aqui da MH quer é que você se divirta cada vez mais. Pelo maior tempo possível.</p>
<p>Até a próxima,</p>
<p style="text-align: right;"><strong>THERESA DINO</strong><br />
Editora</p>
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		<title>Minhocas?</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jul 2012 22:44:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin_menshealth</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carta do Editor]]></category>
		<category><![CDATA[Airton Seligman]]></category>
		<category><![CDATA[carta do editor]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta edição especial saúde só tem um propósito: dar um atalho para você curtir a vida na maior diversão possível. Hoje. Amanhã. Sempre]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-9850" title="Minhocas?" src="http://menshealth.abril.com.br/wp-content/uploads/2012/07/Carta-do-Editor.gif" alt="" width="620" height="352" /></p>
<p>Autocontrole, compreensivamente, é uma palavra imponderável quando a gente tem 20, 30 anos. Estamos no pico de nossa energia, testosterona saindo pelo ladrão, nos sentimos imortais e queremos experimentar o mundo a todo volume – dos limites do corpo e da mente aos prazeres do sexo e da gula, dos excessos do copo aos desvarios intelectuais. Não bastasse a “autossabotagem”, ainda sofremos pressões sociais contra ter uma vida mais regrada. Quase meio século depois, seguimos respirando os ares da contracultura, filosofia de vida tão sedutora quanto extemporânea. A ideia de que “hoje é o primeiro dia do resto de nossas vidas”, máxima hippie do verão do amor de 1967, nos inebria feito ácido sintetizado para reagir diretamente com hormônios em ebulição. O resultado? Vivemos como se não houvesse amanhã. A contracultura virou tão mainstream que aqueles que põem algum controle na sua agenda sexual, moral, de ingestão química e orgânica são censurados como soldados da bundamolice. Essa elegia aos excessos a gente vê em tudo que é canto, da imprensa à publicidade, da literatura à internet. E tem gente que ainda acha cult.</p>
<p>Ao chegar aos 40, 50 anos – a memória rateando na esteira dos abusos; o corpo enferrujado pelo sedentarismo e pelo estresse; órgãos castigados pelo tempo e pelo descaso – percebemos que um certo autocontrole não teria feito assim, digamos, tão mal. E entendemos que segurar a onda não é exatamente um comportamento reacionário, fascista (no que se refere a controle, censura etc). Há um outro viés político a condenar nossa eventual vontade de cuidar mais da saúde: para alguns luminares da intelligentsia, o zelo pela carcaça teria a ver com o ideário nazista, de purificação da raça, de sobrevivência do mais forte, do homem superior imune aos males que afetam a gentalha. Sim, a filosofia e os pensadores às vezes patinam frente à realidade.</p>
<p>A mais bizarra arma contra formar uma agenda de saúde para sua existência vem dos que rezam pela velha cartilha brucutu-machista. Advogam se tratar de uma coisa pouco masculina. O homem, para essa galera, é o cara feito para ser o centro do universo feminino, da família, da sociedade. Assim, saúde seria a última coisa com que ele, o fortão, o macho provedor, deveria se preocupar. Triste saber que ainda há muita gente nessa tribo.</p>
<p>Esse espírito todo, a um só tempo nostálgico e conservador, mantém uma enorme galera refém de um estilo de vida ultrapassado, que valoriza a autoindulgência infantil, egoísta e irresponsável. Vale lembrar, por outro lado, a existência de uma minoria que não se encaixa nessa boiada, mas não menos míope: os que se deixam levar por uma agenda hipocondríaca.</p>
<p>Fazer o quê, então? Parar e perceber como é fácil e inteligente ter hábitos mais saudáveis no dia a dia. Mas, afinal, não vamos todos acabar com as minhocas? Sim, e aqui entra a ficha que não cai pra galera: até nos juntarmos a elas, viver de forma mais saudável propicia mais prazer, mais sexo, mais diversão, mais energia, mais vontade mental para ligar sua existência no 220 volts – ei, não era isso que os hippies queriam?</p>
<p>Como você pode ver nesta Edição Especial Saúde da MH, pequenas mudanças de hábitos incorporadas sem neura à sua rotina vão fazer você ter uma vida sexual mais ativa (págs. 44 e 90), driblar dor, lesão e pepinos em geral (pág. 60 e 80), comer verdura sem medo de piriri (pág. 29), driblar doenças cardíacas e gripe (pág. 48 e 98) e superar tragédias que quase tiraram sua vida (pág. 102). Você verá que viver com saúde tem mais a ver com uma mudança de mind set do que com ideologia. Cuidar-se hoje é levar sua masculinidade a um patamar mais inteligente, mais alinhado com a atualidade. Fazer isso do jeito MH – sem obsessão e com estilo – é o caminho mais simples, fácil para curtir a vida a mil. Ou você acha que é só meditar e a felicidade desce do céu?</p>
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		<title>Sua vida no talo</title>
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		<pubDate>Tue, 01 May 2012 20:24:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin_menshealth</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carta do Editor]]></category>
		<category><![CDATA[Airton Seligman]]></category>

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		<description><![CDATA[Há seis anos, sugerimos caminhos para você mudar seu jeito de pensar e agir. A ideia é dar mais diversão, prazer, energia... Se pensou em uma vida rock and roll, olhe para a frente e vá nessa!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-7952" title="airton" src="http://menshealth.abril.com.br/wp-content/uploads/2012/04/airton2.jpg" alt="" width="372" height="211" />Quanto tempo você leva para tirar um hábito do piloto automático? Por exemplo, biritar sem se hidratar ao mesmo tempo? Ou comer rápido demais? Ou tirar catota do nariz no meio do escritório? É duro mudar hábitos, a gente sabe. Pode levar anos. Mas também pode ser mais fácil do que imagina. Provavelmente você já alterou muitas de suas atitudes nesses últimos seis anos, desde que a gente lançou a Men’s Health por aqui. Nossa missão é esta: provar que é possível estar no controle, que viver melhor é fácil. A gente tem bala na agulha: nossas reportagens, por mais leves e divertidas que sejam, sempre possuem uma base científica – pesquisas de centros internacionais e nacionais, fontes autorizadas, enquetes com leitores&#8230; É com esse manancial de informações avalizadas que mostramos caminhos para você sair da sua zona de conforto, transformar sua vida.</p>
<p>Ei, essa é só a parte hardcore da nossa missão, por assim dizer &#8211; mexer de forma visceral no seu estilo de vida, fazê-lo abraçar um jeito de existir ao mesmo tempo leve e sofisticado, com mais foco, e por isso com mais diversão também. A outra parte, o lado rock and roll (mas não menos científico) de nossa existência é dar soluções rápidas, práticas, que têm apelo e resultado imediato: o que vestir para uma reunião com o chefe, como conduzir um papo de sedução, como tratar uma frieira do pé, que treino fazer para trincar em um mês.</p>
<p>Para celebrar os seis anos desse sucesso da Men’s – além dos sete meses no tablet –, a gente preparou esta edição com o melhor dos dois caminhos. Em alto e bom som. Aqui estão dicas que levam a transformações de fundo, para você ter uma vida mais plena e longa, com mais sexo, saúde, energia e rango saudável. E soluções que o conduzem ao sabor mutante das estações do ano, das descobertas da tecnologia, do design, das tendências da moda, do comportamento do homem moderno (como você trata sua imagem, a parceira, a carreira&#8230;). Vale frisar: não são caminhos opostos. Pelo contrário, a ideia é justamente fazer você colocar um pé aqui e outro lá, andar de forma plena e segura num mundo em constante mutação.</p>
<p>Então, veja só. Para dar um up no seu astral, aqui está nosso Guia de Estilo Inverno (pág. 88), com 124 soluções para montar um look imbatível. Além de grandes cervejas para curtir legal este outono/inverno (pág. 117). Mais adiante, há uma sacada esperta sobre sustentabilidade (pág. 132) que vai fazer você pensar a defesa do meio ambiente muito além dos ecochatos. Nesta edição, você ainda encontra soluções para o seu dia a dia (quer um quarto melhor no hotel?) tão simples que vai perguntar “como não pensei nisso antes?” (pág. 82). E  jamais vai amarelar se encontrar uma mulher poderosa pela frente (pág. 108). Também ganha treinos mastigados, fáceis, práticos – não importa a desculpa, seja falta de tempo ou espaço, você não tem escapatória para botar o corpo em forma (pág. 76). O mais legal é que, embarcando nesses dois caminhos – o de resetar o chip interno e de turbinar o que manda pra fora – sua vida vai vibrar ao som de um rock mais divertido e desafiador, com uma pegada de prazer e energia jamais sentida. esqueça o air guitar. Na MH, rock é rock mesmo.</p>
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