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	<title>Revista Men&#039;s Health &#187; Saúde</title>
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		<title>8 dicas para se livrar da síndrome do olho seco</title>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2013 15:36:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ardência, vermelhidão e coceira nos olhos são problemas comuns e podem ser sinais da síndrome do olho seco]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://menshealth.abril.com.br/saude/saude/8-dicas-para-se-livrar-da-sindrome-do-olho-seco/homem-colirio/" rel="attachment wp-att-18270"><img class="aligncenter size-full wp-image-18270" title="homem-colirio" src="http://menshealth.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/05/homem-colirio.jpg" alt="" width="620" height="352" /></a></p>
<p>Horas vidrado no PC, poluição, ar condicionado, ar seco &#8211; típico do outono &#8211; e sono ruim. Está exposto a isso? Então, você é candidato à síndrome do olho seco &#8211; falha na produção lacrimal. A lágrima tem três partes: lipídica, aquosa e mucoide (estabiliza a lágrima no olho). As condições acima fazem com que a parte lipídica seja produzida em baixa qualidade, daí a parte aquosa evapora com facilidade. O resultado? O olho fica seco, arde, coça, fica vermelho e a visão embaça. O problema pode se tornar crônico se não tratado. &#8220;É quando a lágrima, que funciona como uma lente protetora, resseca já no canal lacrimal&#8221;, explica Fabio Henrique Da Silva Ferraz, oftalmologista do Hospital de Olhos de São Paulo.</p>
<p>Aqui, você se liga em 8 dicas dadas por Ferraz e Renato Neves, diretor do Eye Care Hospital de Olhos, em São Paulo, para evitar e combater a síndrome do olho seco.</p>
<p>1. No trabalho, dê uma volta a cada hora para relaxar a vista da tela do computador.</p>
<p>2. Pisque mais. Na frente da tela, piscamos cerca de 9 vezes por minuto e normalmente piscamos 16 vezes &#8211; daí o olho não é lubrificado.</p>
<p>3. Evite usar o celular ou notebook antes de dormir. A luz dos aparelhos indica para o cérebro que ainda é dia e você produz menos substâncias que induzem ao sono &#8211; e noite maldormida resseca o olho.</p>
<p>4. Reduza o brilho da tela do notebook ou computador. É só ir em menu, ajustes, brilho.</p>
<p>5. Durma oito ou mais horas por noite. Desse jeito, a camada do filme lacrimal se renova.</p>
<p>6. Se estiver sempre no ar condicionado, o ideal é ter um vaporizador. Se não tiver, pode ser um copo d¿água perto para umedecer o ambiente.</p>
<p>7. Turbine o cardápio com ômega-3. Ele dá um up na produção da parte gordurosa da lágrima, diminuindo assim a evaporação da parte líquida. Coma salmão, castanha-do-pará e linhaça &#8211; eles têm boas quantidades do nutriente.</p>
<p>8. Tenha sempre à mão um colírio à base de ciclosporina ou substituto da lágrima (compre na farmácia). Eles aliviam o ardor e não têm restrição.</p>
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		<title>Destrave seu lado selvagem</title>
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		<pubDate>Thu, 02 May 2013 15:34:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<description><![CDATA[Descubra como a natureza ajuda a turbinar sua mente e seu corpo e tire vantagens de curtir a vida ao ar livre]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-18011" title="selvagem" src="http://menshealth.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/05/selvagem.jpg" alt="" width="620" height="352" /></p>
<p>Pense no lugar perfeito para viver. Dificilmente passou por sua cabeça um apartamento cercado por avenidas, com barulho de carros, motos, ônibus. O mais provável é que você tenha imaginado uma casa com jardim grande, rodeada por árvores, perto de um lago ou do mar. “Parece que, sempre que as pessoas têm possibilidade de escolher, elas se mudam para terrenos abertos, arborizados e com vista para cursos d’água”, explica Edward O. Wilson, renomado biólogo da Universidade Harvard (EUA). Ele criou a teoria da “biofilia”. Nela, defende que os homens têm necessidade biológica de estar sempre em contato com a natureza, algo herdado de nossos ancestrais. Mas, se essa nossa atração pelo meio ambiente é tão forte a ponto de estar encrustada no DNA, o que justifica passarmos cada vez mais tempo em ambientes fechados, lacrados no escritório, atrás do volante, ou jogados no sofá, respirando um ar artificialmente resfriado e desumidificado? Apesar de afirmarem em enquete* realizada pela MH que curtem a natureza por que ela relaxa a mente e é um local legal para refletir, se divertir com a parceira e praticar esportes, 41% dos leitores (a maior parte) disseram que raramente aproveitam os momentos de lazer ao ar livre. O preço dessa separação de seu estado natural é impossível de calcular. Mas, nos últimos anos, cientistas conseguiram medir benefícios específicos da exposição ao= meio ambiente. Confira-os na MH de maio e depois corra lá fora para aproveitá-los.</p>
<p style="background-color: #b10c15;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; font-size: x-small;"><strong>LEIA A REPORTAGEM COMPLETA NA EDIÇÃO DE MAIO DA <em>MEN&#8217;S HEALTH</em></strong></span></p>
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		<title>Boa noite! Bom dia!</title>
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		<pubDate>Thu, 02 May 2013 15:33:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<description><![CDATA[Dormir bem é essencial para melhorar o shape, mandar bem no sexo e no trabalho. Aqui, listamos o que você perde se não levar seu sono a sério e como evitar os males causados por isso]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://menshealth.abril.com.br/saude/saude/boa-noite-bom-dia/bom-dia/" rel="attachment wp-att-18006"><img class="aligncenter size-full wp-image-18006" title="bom-dia" src="http://menshealth.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/05/bom-dia.jpg" alt="" width="620" height="352" /></a></p>
<p>Grande parte dos brasileiros, 69%, dorme mal. Esse é o resultado de estudo do instituto de Pesquisa e orientação da Mente feito com 2 mil pessoas. Como resultado, os entrevistados disseram sofrer com cansaço, sonolência e queda de rendimento. De fato, só comer bem e fazer exercícios não basta para o corpo funcionar legal. “Não dormir o suficiente altera o metabolismo; aumenta o risco de depressão, obesidade e diabetes; gera irritabilidade e queda na concentração”, enumera Anna Karla Smith, neurologista do Instituto do Sono, em São Paulo. “Há tarefas que o organismo faz apenas enquanto dormimos, como a produção de alguns hormônios ou a memorização de novas informações”, completa. O sono depende do ciclo circadiano (controla a liberação de hormônios ao longo do dia). No fim da tarde, com a diminuição da luz do sol, há maior produção de melatonina e seratonina. Esses hormônios deixam você relaxado.</p>
<p style="background-color: #b10c15;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; font-size: x-small;"><strong>LEIA A REPORTAGEM COMPLETA NA EDIÇÃO DE MAIO DA <em>MEN&#8217;S HEALTH</em></strong></span></p>
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		<title>Anvisa aprova indicação da vacina Prevenar 13 para adultos com mais de 50 anos</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Apr 2013 22:37:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com a chegada do inverno há um aumento de doenças associadas ao frio como a gripe e a pneumonia, por isso, fique de olho e previna sua família!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://menshealth.abril.com.br/saude/saude/anvisa-aprova-indicacao-da-vacina-prevenar-13-para-adultos-com-mais-de-50-anos/vacina/" rel="attachment wp-att-17928"><img class="aligncenter size-full wp-image-17928" title="vacina" src="http://menshealth.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/04/vacina.jpg" alt="" width="652" height="352" /></a></p>
<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acaba de aprovar a indicação para adultos a partir de 50 anos da vacina pneumocócica conjugada 13-valente, conhecida internacionalmente como Prevenar 13. A vacina oferece ampla proteção contra a pneumonia, além de proteger contra outras infecções causadas pela bactéria S. pneumoniae, conhecida como pneumococo.</p>
<p>Vale lembrar que a pneumonia está entre as três principais causas de morte em todas as idades no mundo, atrás apenas das doenças cardíacas (1º lugar) e das doenças cerebrovasculares (2º lugar). Por isso, previna-se e procure um posto de saúde para maiores esclarecimentos.</p>
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		<title>Gordura na medida</title>
		<link>http://menshealth.abril.com.br/saude/saude/gordura-na-medida/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 14:45:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Descubra os benefícios e prejuízos que ela pode trazer para seu organismo, mantenha-a sob controle e garanta um shape sarado]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-17831" title="gordura-na-medida" src="http://menshealth.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/04/gordura-na-medida.jpg" alt="" width="620" height="352" /></p>
<p>A gordura costuma ser apontada como grande inimiga da saúde e da boa forma física. Mas não é bem assim. Ela também exerce importantes funções no seu organismo e é fundamental para que ele funcione bem. A seguir, apresentamos alguns fatos que ajudam você a compreender melhor o papel da gordura e a tirar vantagem dela. Assim, você vai ter energia de sobra para executar qualquer tarefa.</p>
<p><strong>Fato nº 1</strong></p>
<p><strong>A GORDURA É UM ÓRGÃO DO CORPO</strong></p>
<p>No passado, especialistas a consideravam apenas um reservatório de energia (calorias). Mas, de alguns anos para cá, pesquisadores e médicos reconheceram que ela é o maior órgão endócrino (que produz hormônios) do corpo. &#8220;A gordura faz parte da sua constituição biológica. Você já nasce com ela&#8221;, diz Cyro Guimarães Júnior, endocrinologista do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Segundo o endocrinologista Marcio Mancini, chefe do Grupo de Obesidade do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de São Paulo (USP) e consultor da MH, entre as principais funções do tecido adiposo estão: fornecer energia, ajudar a manter a temperatura corporal e proteger seus órgãos internos contra impactos.</p>
<p>Mantenha o controle &#8211; O índice saudável de gordura varia de 6% a 12% da sua composição corporal. &#8220;Acima disso, ela pode começar a prejudicar seu organismo&#8221;, afirma Guimarães Júnior. Para mantê-lo, além de praticar exercícios regurlamente, você deve prestar atenção ao que vai no prato: &#8220;O ideal é comer pelo menos cinco porções por dia de frutas, verduras e legumes&#8221;, orienta a nutricionista Lenycia Neri, diretora da Nutri4Life, em São Paulo. &#8220;Além disso, prefira grãos, cerais, pães, massas e biscoitos integrais e fontes de proteínas com pouca gordura, como leite e iogurte desnatados e carnes magras [aves, peixes, filé-mignon]&#8220;, completa.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-17832" title="mapa-da-gordura" src="http://menshealth.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/04/mapa-da-gordura.jpg" alt="" width="620" height="583" /></p>
<p><strong>Fato nº 2</strong></p>
<p><strong>ELA TEM IMPORTANTE PAPEL NO ORGANISMO&#8230;</strong></p>
<p>A gordura faz parte da composição das membranas celulares, é fundamental para a absorção de vitaminas lipossolúveis, como a A, D, E e K, e para a produção de vários hormônios. Um deles é a leptina, que é formada dentro do tecido adiposo e dá sinais ao corpo de saciedade. Sem ela, você teoricamente poderia comer até seu estômago estourar.</p>
<p>Mantenha o controle &#8211; Mesmo que seu objetivo seja perder peso, você não deve excluir a gordura da dieta. &#8220;Ela é fundamental para o corpo e deve ser consumida diariamente. Em uma alimentação balanceada, cerca de 20% do valor energético total deve vir da gordura&#8221;, diz Luciana Rossi, membro do Conselho Regional de Nutricionistas de São Paulo e coordenadora do curso de pós-graduação em nutrição esportiva e estética do Centro Universitário São Camilo. Para suprir essa necessidade, prefira alimentos ricos em gorduras mono e poli-insaturadas (que ajudam a controlar o colesterol), como noz, salmão e azeite de oliva. Já os ricos em gorduras saturadas (que aumentam o risco de doenças cardíacas) devem ser evitados: &#8220;Em vez de bolachas, bolos e sobremesas cremosas, coma alimentos que também fornecem outros nutrientes importantes para seu corpo, como proteínas de alto valor biológico [que possuem todos os aminoácidos essenciais], vitaminas e minerais&#8221;, orienta Tatiana Barão, nutricionista da Naturalis Nutrição e Farma, em São Paulo. &#8220;Queijos e carnes magras, iogurtes e ovos são boas opções&#8221;, completa a especialista em nutrição aplicada ao exercício físico pela USP.</p>
<p><strong>Fato nº 3</strong></p>
<p><strong>&#8230; MAS TAMBÉM PODE DETONAR SUA SAÚDE</strong></p>
<p>A leptina é só um dos aproximadamente 300 compostos que vêm da gordura. O problema é que nem todas substâncias produzidas por ela são benignas como esse hormônio. &#8220;Quando o tecido adiposo fica com excesso de gordura, ele se inflama e libera grande quantidade de `porcaria¿ no seu corpo&#8221;, explica o americano Fredrik Karpe, professor de medicina metabólica da Universidade de Oxford (EUA). E essa &#8220;porcaria&#8221; (ácidos graxos livres, resistina, angiotensinogênio etc.) pode aumentar sua pressão arterial, causar inflamação vascular, artrite ou elevar o nível de triglicérides a alturas perigosas.</p>
<p>Mantenha o controle &#8211; A melhor forma de diminuir a inflamação do tecido adiposo é fazer atividades físicas. Num estudo da Universidade Estadual Appalachian (EUA), pessoas que correram, nadaram ou pedalaram regularmente apresentaram 50% menos proteína C-reativa (um marcador de inflamação) no sangue do que as que, mesmo em forma, raramente se exercitaram.</p>
<p><strong>Fato nº 4</strong></p>
<p><strong>BANHA NÃO É TUDO IGUAL</strong></p>
<p>Segundo o médico americano David Shafer, o material macio logo acima da cintura, que você sente quando belisca sua barriga, suas costas ou as laterais do seu tronco, é a gordura subcutânea (armazenada sob a pele). Estudo realizado pela Universidade de Oxford (EUA) aponta que essa banha produz menos compostos inflamatórios e traz menores danos à saúde do que agordura visceral, que se acumula na região abdominal, entre as vísceras (fígado, intestinos) e nos vasos sanguíneos. A gordura visceral deixa sua barriga com aspecto estufado e rígido. &#8220;Ela causa inflamação crônica de baixo grau, que leva a alterações metabólicas, como aumento da glicose e dos triglicérides, e pode causar diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares&#8221;, alerta Mancini.</p>
<p>Mantenha o controle &#8211; A gordura visceral é combatida com boa alimentação e exercício &#8211; assim como qualquer outra banha do seu corpo. Veja no boxe abaixo como se livrar dela com maior facilidade.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-17833" title="plano-contra-a-banha" src="http://menshealth.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/04/plano-contra-a-banha.jpg" alt="" width="620" height="219" /></p>
<p><strong>1. FAÇA EXERCÍCIOS AERÓBICOS</strong></p>
<p>Em estudo realizado pela Universidade Duke (EUA), pessoas que durante oito meses andaram de bike, correram ou fizeram aparelho elíptico por 30 minutos quatro vezes por semana perderam cerca de 8% de gordura visceral. Já aquelas que realizaram um treino de musculação com duração e intensidade parecidas não reduziram em nada o índice desse tipo de banha.</p>
<p><strong>2. COMA GRÃOS INTEGRAIS</strong></p>
<p>Segundo pesquisa publicada no Journal of Clinical Nutrition (EUA), pessoas que comem três porções diárias de cereais integrais (arroz, quinua) têm 10% menos gordura visceral do que as que não ingerem esses grãos. Os pesquisadores explicam que os compostos prebióticos desses cereais integrais diminuem a absorção de gordura no intestino.</p>
<p><strong>3. CONTROLE A FRUTOSE</strong></p>
<p>Estudo da Universidade da Geórgia (EUA) descobriu que ingerir muita frutose pode aumentar em 20% a banha visceral. Esse açúcar (encontrado nas frutas) é usado em grande quantidade em sucos, doces industrializados e refrigerantes. Maneire no consumo desses alimentos. E pode comer frutas tranquilo. Nelas a frutose está combinada com fibras e vitaminas e não faz mal a sua saúde.</p>
<p><strong>4. REGULE O SONO</strong></p>
<p>Pesquisa publicada no Journal Sleep (EUA) mostrou que pessoas que dormem de 6 a 7 horas por noite possuem índice de gordura visceral mais baixo do que aquelas que dormem com um tempo maior ou menor que esse. Os piores resultados foram mostrados por quem tem menos de 5 horas de sono por noite. Essas pessoas podem acumular gordura visceral até cinco vezes mais rápido.</p>
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		<title>Não cegue seu futuro</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Apr 2013 14:54:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<description><![CDATA[Esportes, trânsito... Os riscos para sofrer um deslocamento de retina estão em toda parte. Drible-os e veja longe!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-17717" title="olhos" src="http://menshealth.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/04/olhos.jpg" alt="" width="620" height="352" />Aconteceu em 2004 durante um churrasco com a galera do trabalho. A carne tinha acabado, a turma já havia tomado caipirinha e cerveja durante horas e decidiu fazer a brincadeira da dança das cadeiras. Empolgado com a bagunça, o administrador de empresas paulista Rodrigo Pena, hoje com 34 anos, tropeçou ao tentar garantir o lugar e caiu de cara sobre uma mesa. Na hora, viu um clarão momentâneo e sentiu muita dor em todo o rosto. &#8220;Na manhã seguinte, acordei com um galo roxo e ridículo na testa, e só. Mais tarde, minha visão do olho esquerdo começou a ficar mal. O tempo todo eu via uns pontos pretos estranhos. Resolvi procurar um oftalmologista e descobri que havia acontecido um deslocamento da retina&#8221;, conta.</p>
<p><strong>O risco</strong></p>
<p>Segundo especialistas, a chance de sofrer essa lesão para a maioria das pessoas é de cerca de uma em 300, mas fatores de risco como miopia muito grave aumentam as probabilidades. Segundo pesquisa da Academia Americana de Oftalmologia e da Sociedade Americana de Trauma Ocular, quase metade das lesões oculares acontece com pessoas de 18 a 45 anos, sendo que 75% são homens. De acordo com Newton Kara José Junior, oftalmologista do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, o sexo masculino é a principal vítima de danos aos olhos, por causa do estilo de vida mais dinâmico e por realizarem mais trabalhos físicos. &#8220;E os homens enfrentam mais acidentes de trânsito e traumas esportivos&#8221;, justifica.</p>
<p><strong>O que é?</strong></p>
<p>Voltando ao perrengue enfrentado pelo administrador Rodrigo: para entender como acontece o deslocamento, primeiro é preciso saber que a retina é um tecido delicado e sensível à luz que reveste o fundo olho, como um papel de parede. &#8220;Podemos comparar o olho com uma máquina fotográfica. A retina seria o filme, ou seja, tem uma função fundamental para a visão. Ela é formada por células fotorreceptoras que absorvem a luz e enviam impulsos elétricos, via nervos ópticos, para o cérebro. Assim ocorre a visão&#8221;, explica José Junior. Se você sofre alguma pancada ou acidente, a retina sai do lugar e o funcionamento das células entra em pane. A comunicação com o cérebro fica comprometida, prejudicando a visão que vai se deteriorando se você não procurar logo o médico.</p>
<p>A questão é que nem sempre o deslocamento provoca dor e raramente causa vermelhidão. Comece a ficar preocupado se começar a enxergar flashes de luz, mesmo de olhos fechados, e pontos escuros chamados de &#8220;moscas volantes&#8221; pelos médicos &#8211; foi o que houve com Rodrigo Pena. &#8220;Esses indícios nem sempre são sinônimo de deslocamento, mas podem sinalizar que houve um rasgo na retina. Um mapeamento do olho pode confirmar o diagnóstico. Se não for `consertado¿, o rasgo predispõe ao deslocamento&#8221;, diz o oftalmologista Newton Kara José Junior, de São Paulo que recomenda tratar a questão em caráter emergencial. Uma única aplicação de laser, feita no consultório, é capaz de reforçar a região e impedir que a retina se solte.</p>
<p><strong>Como identificar o deslocamento?</strong></p>
<p>&#8220;Além de perceber os pontos pretos, algumas horas depois do acidente comecei a notar que a visão esquerda estava estranha. Parecia que havia uma cortina sobre parte do meu olho&#8221;, relata Rodrigo. &#8220;A pessoa perde parte do campo visual&#8221;, confirma André Portes, diretor da Sociedade Brasileira de Oftalmologia (SBO), no Rio de Janeiro. Só que muita gente não se dá conta, já que o olho saudável acaba compensando a função do lesionado. É como se enxergasse por ele. E não há dor. &#8220;Quando um pedaço da retina se rompe e se solta, ele perde o seu abastecimento de sangue e começa a morrer. E, uma vez começado o descolamento, cada vez mais tecido da retina se desprende. A não ser que isso seja reparado rapidamente, há o risco de cegueira&#8221;, acrescenta o oftalmologista americano Dan Nadler.</p>
<p>A estrutura ocular conta ainda com o humor aquoso, líquido transparente que preenche o espaço entre a córnea e a íris, e mais ao fundo, atrás dessa membrana, o humor vítreo, transparente como a água. Essa substância gelatinosa ajuda a manter a retina no lugar, contra a parede posterior do olho. &#8220;O gel vítreo é claro e viscoso, e se gruda na retina quando nascemos. À medida que envelhecemos, a gelatina se torna aquosa e começa a puxar e se desprender da retina&#8221;, explica Andrew Eller, especialista em retina do centro de oftalmologia da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos. Em muitos homens, o vítreo adere à retina frouxamente, como um post-it preso em um papel de parede. Nesse caso, quando a retina cede, ocorre uma separação sem nenhum dano. Em outros, porém, o vítreo está mais para fita adesiva. Puxar para soltá-lo pode desprender partículas, que se tornam moscas volantes, o que não representa nenhuma ameaça à integridade da retina. No caso de alguns azarados, a separação do vítreo é semelhante a arrancar bruscamente um pedaço de silver tape &#8211; e aí uma parte relativamente grande da retina às vezes vem junto. &#8220;O que sobra é papel de parede rasgado&#8221;, diz o médico, continuando com a analogia. Não demora que toda a retina se desprenda.</p>
<p><strong>Como corrigir</strong></p>
<p>O problema pode ser corrigido com três procedimentos distintos. O primeiro é a retinopexia pneumática e fotocoagulação a laser: uma agulha injeta uma bolha de gás hexafluoreto de enxofre no centro do globo ocular. A bolha empurra a parte descolada contra a parede, espremendo para fora o excesso de fluido, e temporariamente sela os rasgos, de forma que a retina retorne aos poucos para o seu lugar adequado. Depois o laser &#8220;solda&#8221; as coisas no lugar de forma permanente. Na segunda técnica, chamada de introflexão escleral, um pedaço de silicone é costurado à parede externa do globo ocular, atrás da área afetada, e enrola uma faixa ao redor do olho, forçando o silicone a pressionar o lugar certo.</p>
<p>Outra cirurgia, a vitrectomia, é mais complexa e menos comum: o gel vítreo é removido e substituído por gás ou óleo estéril. Seja qual for o caso, os médicos dizem que a visão do olho machucado nunca mais será a mesma. O grau de visão, por exemplo, muda. E, estatisticamente, quem tem uma retina descolada tem 15% de chance de isso acontecer também com o outro olho. Se uma bola faz falta, imagine duas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-17716" title="globo" src="http://menshealth.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/04/globo.jpg" alt="" width="620" height="352" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-17720" title="esportes" src="http://menshealth.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/04/esportes.jpg" alt="" width="620" height="1179" /></p>
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		<title>Infarto você não vai cair nessa, vai?</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Apr 2013 14:55:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O problema afeta cada vez mais pessoas jovens. Estresse, cigarro, sedentarismo, excesso de exercício... Fuja deles!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-17627" title="Infarto-você-não-vai-cair-nessa-vai-destacada" src="http://menshealth.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/04/Infarto-você-não-vai-cair-nessa-vai-destacada.jpg" alt="" width="620" height="352" /></p>
<p>Estresse, bebida, excesso de atividade física e muita comida gordurosa (lembra o seu último fim de ano?) são causas comprovadas de problemas cardíacos. E vale ficar de olho. O Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde do Brasil (DATASUS) aponta que em 2011 houve um aumento de 13% no número de internações por infarto entre jovens de 20 a 39 anos sobre o ano anterior. O último dado disponível (2007) apontava mortalidade de 73% nesses casos. Aqui, explicamos porque isso acontece e como você pode deixar o perigo longe.</p>
<p>O infarto ocorre quando uma placa de gordura entope um vaso sanguíneo do coração. Isso faz com que células do órgão não recebam os nutrientes e o oxigênio que o sangue carrega. Então, as células morrem, o tecido necrosa e o coração não funciona como deve: perde o ritmo, até que para de vez. Essa é a maior causa de mortes no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), com 17 milhões de vítimas por ano. E não é coisa de velho! Segundo dados do Ministério da Saúde, entre janeiro e julho deste ano, 427 pessoas entre 15 e 29 anos foram internadas com problemas cardíacos. É mais de um atendimento por dia. O cardiologista Marcelo Ferraz Sampaio, do Serviço de Biologia Molecular do Instituto Dante Pazzanese, em São Paulo, afirma que essas informações são uma tendência mundial. &#8220;Alguns jovens abusam do cigarro, vivem estressados por causa trabalho, comem mal, muitos são obesos ou sedentários, e ainda há os que abusam de drogas, especialmente a cocaína, e anabolizantes&#8221;, diz. Mesmo que você não use nada ilegal e faça exercício regularmente, tem que cuidar do coração. &#8220;O uso de energéticos, bebidas alcoólicas ou outras substâncias estimulantes em excesso também pode elevar o risco. Elas provocam um aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial. Isso se deve ao aumento da liberação de hormônios que intensificam o estado de alerta (como a adrenalina). A prática de atividade física sem controle ou ficar sem o repouso adequado também contribui para o quadro&#8221;, explica Cidio Halperin, cardiologista e especialistas em arritimias, de Porto Alegre.</p>
<p><strong>Quanto menor a idade, maior o susto&#8230;</strong></p>
<p>É comum ouvir que, quanto mais novo, mais perigoso ter um infarto. O problema é alarmante em qualquer idade, mas Sampaio explica que os adultos mais velhos desenvolvem mecanismos de defesa. &#8220;À medida que a veia entope, o organismo forma vasos colaterais, ou seja, novos vasinhos surgem para dar conta do fluxo de sangue&#8221;. Não é só isso. Imagine que as veias são como canos e há um aumento do calibre desse cano, a vasodilatação. &#8220;O corpo do jovem não tem essa capacidadede aumentar o diâmetro do vaso ou de criar novas passagens colaterais&#8221;, diz Sampaio. Por isso o quadro é quase sempre fatal. Então, fique de olho nos próximos itens: estes são os maiores perigos para o seu coração.</p>
<p><strong>Cigarro</strong></p>
<p>Segundo o Ministério da Saúde, o tabagismo é o principal fator de risco de infarto nos jovens: aproximadamente 80% dos pacientes com menos de 45 anos que sofreram uma parada cardíaca fumavam. Segundo Ricardo Pavanello, supervisor de cardiologia do Hospital do Coração (HCor), em São Paulo, homens fumantes com idade entre 35 e 39 anos têm a probabilidade cinco vezes maior de ter um ataque cardíaco do que os não fumantes. O cigarro tem um papel grande no surgimento e maior acúmulo das placas de gordura que se depositam nas artérias. &#8220;Estudiosos americanos e australianos demonstraram que a maior causa de morte de fumantes são as doenças cardíacas e não as pulmonares&#8221;, alerta Pavanello. No estudo, foi observado que ocorreram quase 1,7 milhão de óbitos por causa cardíacas entre fumantes, contra 850 mil de câncer de pulmão. &#8220;Além disso, estudiosos japoneses descreveram que o tabagismo pode acelerar o processo de rigidez estrutural das artérias maiores do coração. Isso agrava as chances de um infarto&#8221;, completa o especialista.</p>
<p><strong>Refrigerantes</strong></p>
<p>Pesquisa feita pela Universidade Harvard (EUA) com 43 mil homens constatou que mesmo uma quantidade pequena de bebida (equivale a uma lata de refrigerante), quando consumida todos os dias, está associada a um aumento de 20% no risco de infartos. A explicação é que o excesso de açúcar no sangue aumenta a produção de insulina. E o hormônio causa a contração das artérias. O mesmo risco não foi percebido na pesquisa com os refrigerantes &#8220;light&#8221;, afirma Cidio Halperin. Mas isso não é uma desculpa para abusar dos refrigerantes sem açúcar. &#8220;Essas versões também contêm muito sódio. O mineral causa um aumento na pressão arterial (hipertensão), fator também relacionado a problemas no coração&#8221;, alerta Marcus Bolivar, professor da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, em Belo Horizonte. Além disso, o sódio em excesso no organismo diminui a produção de ácido nítrico pelo corpo, uma das substâncias responsáveis por manter a elasticidade das artérias.</p>
<p><strong>Energéticos e álcool</strong></p>
<p>Quem não apela aos energéticos para agitar na balada ou quando precisa fazer hora extra no trabalho? É normal, mas não pode virar hábito. Esse tipo de bebida tem altas doses de cafeína e outros estimulantes. Essas substâncias aceleram o metabolismo e aumentam o estado de alerta, deixando o cérebro mais atento. Mas tem um lado ruim: &#8220;Energéticos também aumentam a frequência cardíaca e a pressão arterial, mesmo em repouso, o que pode agravar um problema cardíaco já existente. Sem contar que seu consumo em excesso ou constantemente atrapalha o trabalho do fígado&#8221;, explica Halperin. O álcool também causa o aumento dos batimentos e sobrecarrega o fígado. Como o órgão é responsável pelo metabolismo da gordura, se ele não funciona bem, ela não é eliminada devidamente. E você já sabe onde a banha vai parar além da pança, né?</p>
<p><strong>Estresse</strong></p>
<p>Se você está sempre impaciente e irritado, o melhor a fazer é respirar fundo e relaxar. De acordo com a Sociedade de Cardiologia Americana (EUA), homens com essas características comportamentais têm duas vezes mais chances de infartar. O estudo mostrou que a raiva e a hostilidade podem estar ligadas a problemas no coração. Essas emoções negativas fazem o seu corpo liberar hormônios, como o cortisol e adrenalina. Eles aumentam a frequência cardíaca e a pressão arterial, o que pode danificar as paredes das suas artérias e fazer o seu coração trabalhar mais rápido. De acordo com o InterHeart (estudo feito com 30 mil pacientes de 52 países), estresse, ansiedade e depressão aumentam o risco de infarto em 60%. Segundo o cardiologista do HCor, em São Paulo, e co-autor do estudo, Leopoldo Piegas, a conclusão é que essas doenças psicológicas reduzem o calibre dos vasos sanguíneos. Os impactos no sistema cardiovascular também são resultado das alterações comportamentais. &#8220;As pessoas com depressão ou alto índice de ansiedade são mais propensas a consumir bebidas alcoólicas, cigarros, além de terem outros hábitos que favorecem o surgimento de doenças cardíacas&#8221;, explica.</p>
<p><strong>Primeiros socorros</strong></p>
<p>Segundo Marcello Ferraz Sampaio, caso alguém apresente os sintomas de infarto e passe mal, a primeira coisa a fazer é deixar a vítima deitada, pois ela pode eventualmente desmaiar. &#8220;Você deve afrouxar toda a roupa da pessoa, tirar gravata, blusa apertada, etc. Depois levante a cabeça dela, para que fique em uma posição de quase 90 graus. Não se deve dar nenhuma medicação nem alimento com água, pois ela pode vomitar&#8221;. Feito isso, é urgente que se chame o resgate. O médico afirma que o socorro precisa ser muito rápido. &#8220;Quanto mais cedo o atendimento for feito, maiores as chances de recuperação&#8221;, alerta.</p>
<p><strong>Sintomas</strong></p>
<p><strong>Sentiu dor no peito? Dificuldade para respirar ou enjoo? Pode ser um infarto. Saiba quais são os sinais de perigo iminente</strong></p>
<p>&#8220;Entre os sintomas mais conhecidos está a dor no peito. Mas ele não é o único a qual você deve prestar atenção. Outros sinais menos óbvios podem surgir, como dor no estômago, formigamento na mão ou no braço&#8221;, explica Marcelo Ferraz Sampaio, cardiologista e responsável pelo Serviço de Biologia Molecular do Instituto Dante Pazzanese, em São Paulo. Abaixo, ele enumera os sinais de alerta máximo, que podem aparecer sozinhos ou todos juntos.</p>
<p><strong>1) Desconforto no peito</strong></p>
<p>Na maioria dos casos de ataques cardíacos as pessoas sentem desconforto no centro do peito que dura alguns minutos, ou vai e volta.</p>
<p>Pode ser uma sensação de pressão intensa &#8211; como se alguém estivesse espremendo ou empurrando a região &#8211; de dor aguda e intermitente ou de estufamento. Fique alerta: se esse incomodo não passar em até vinte minutos, procure um médico.</p>
<p><strong>2) Desconforto em outras áreas</strong></p>
<p>Já ouviu falar da famosa dor no braço? Ela é mesmo um sinal. Infartos podem causar formigamento intenso nos braços (pode ser em apenas um, ou nos dois), nas costas, no pescoço, na mandíbula ou no estômago.</p>
<p><strong>3) Respiração alterada</strong></p>
<p>O ataque cardíaco também tem sintomas indolores. Se estiver fazendo alguma atividade física, preste atenção caso sinta dificuldade repentina em respirar fundo. Também se a respiração ficar alterada em repouso.</p>
<p><strong>4) Outros sinais</strong></p>
<p>Fique atento se o incômodo no peito estiver acompanhado de suor frio, náusea, enjoo, vômito, sensação de cansaço, fraqueza e tontura.</p>
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		<title>Não deixe a curtição virar uma droga</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Apr 2013 15:51:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[drogas]]></category>
		<category><![CDATA[maconha]]></category>

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		<description><![CDATA[Na pegada de se aventurar e se divertir a mil sem muito freio, muita gente prova e abusa das drogas. Fique ligado: alguns baratos podem ser a maior roubada]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-17592" title="drogas" src="http://menshealth.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/04/drogas.jpg" alt="" width="620" height="352" /></p>
<p>Ele tirou a roupa no meio da rua e urinou nas janelas dos carros. Um escândalo para os passantes da pequena cidade de Três Corações, em Minas Gerais. Mas apenas uma história para o estudante de engenharia Douglas*, 24, contar. Pouco tempo antes, o jantar dele foi uma mistura não balanceada de álcool, maconha e lança-perfume. &#8220;Foi a virada de ano mais louca da minha vida&#8221;, assume Douglas, mesmo tendo quebrado o pé naquela noite. &#8220;Na hora, eu nem senti dor, e a viagem ganha um visual diferente quando a gente fuma.&#8221; Já o administrador Sidney*, 25 anos, manteve uma rígida dieta à base de álcool e cocaína durante os quatro dias de Carnaval que passou em Ubatuba, no litoral paulista. &#8220;Não costumo usar essas coisas, mas era uma ocasião especial&#8221;, garante.</p>
<p>Os dois jovens fazem parte dos 5% da população adulta mundial que ingeriram alguma substância ilícita em 2010, segundo o Relatório Mundial Sobre Drogas 2012 da Organização das Nações Unidas (ONU). São 230 milhões de pessoas correndo risco de efeitos colaterais como taquicardia, câncer de pulmão e até morte. Ainda assim, quem nunca ficou tentado a enfiar o pé na jaca no fim de ano ou no Carnaval que atire a primeira lata de cerveja.</p>
<p>Estudo do Serviço de Administração de Abuso de Substância e Saúde Mental (EUA) mostra que os jovens são mais propensos a fumar, beber e experimentar drogas no verão, quando estão longe de supervisão. Para o psiquiatra Carlos Salgado, da Associação Brasileira de Estudos de Álcool e outras Drogas (Abead), as festas e as férias facilitam o uso de substâncias ilegais: &#8220;Há uma liberalidade com o álcool, porta de entrada para as outras drogas&#8221;.Bêbado, você não presta muita atenção aos riscos.</p>
<p>Mas não pense que isso só acontece em lugares marginalizados. Muito pelo contrário. Pesquisa realizada pela Secretaria Nacional de Política sobre Drogas revelou que quase metade dos universitários, 49%, experimentou algum tipo de droga ilícita. Além disso, 80% dos jovens menores de 18 anos de todas as classes sociais já beberam álcool. É nessa faixa etária que o consumo de drogas costuma começar. &#8220;As áreas do cérebro responsáveis pelo controle de impulsos e compreensão de regras desenvolvem-se completamente apenas depois dos 20 anos&#8221;, explica Heloísa Garcia Claro, especialista do Grupo de Estudos em Álcool e outras Drogas da Universidade de São Paulo (USP).</p>
<p>Segundo a ONU, a maconha é a droga ilícita mais consumida no mundo. Estimativas apontam que o número de usuários fique entre 119 e 224 milhões de pessoas. As anfetaminas seguem no segundo lugar. Mas o mercado de ecstasy está em expansão: em 2010, a ONU registrou a apreensão de 1,3 tonelada dessa &#8220;bala&#8221; &#8211; mais que o dobro em relação ao ano anterior. O número de usuários de cocaína variou entre 13,3 e 19,7 milhões no mundo. E o Brasil é o segundo maior consumidor mundial de coca e crack, atrás apenas dos Estados Unidos. Essas drogas são consumidas por 2,6 milhões de adultos no país, segundo o Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Como Douglas e Sidney, é muita gente arriscando demais a própria saúde, a longevidade, em prol de momentos curtos de diversão. Conheça mais detalhes dessa relação &#8211; barato versus roubada&#8230;</p>
<p><strong>MACONHA</strong></p>
<p>O barato &#8211; Ela geralmente deixa o corpo relaxado e a paz parece dominar o pensamento. O impacto em uma roda de amigos pode ser de alegria geral. Talvez por isso&#8230; Segundo levantamento da Unifesp, 1,5 milhão de brasileiros fumam todos os dias. É como se, diariamente, a população inteira de Porto Alegre desacelerasse o cérebro com a maconha.</p>
<p>A roubada &#8211; Cientistas da Universidade de Duke (EUA) afirmam que o uso frequente da maconha antes dos 18 anos causa danos irreversíveis à inteligência, à atenção e à memória. E, segundo a Fundação Britânica do Pulmão (Inglaterra), quem fuma um baseado (cigarro de maconha) todos os dias tem a mesma chance de adquirir câncer de pulmão do que quem fuma um maço de cigarros diariamente. Isso por causa das inalações profundas e do tempo que a fumaça fica no organismo. Logo, quem usa maconha traga quatro vezes mais alcatrão e cinco vezes mais monóxido de carbono do que quem fuma tabaco. Além disso, tuberculose, bronquite aguda e diminuição no nível de testosterona também estão relacionados ao uso da erva.</p>
<p><strong>ECSTASY</strong></p>
<p>O barato &#8211; As luzes ficam mais vibrantes, a música também. Tudo fica mais bonito e sensual quando tem ecstasy na parada.</p>
<p>A roubada &#8211; Produzida em laboratório e conhecida como a droga do amor, o ecstasy eleva a temperatura corporal e, em certos casos, o apetite sexual, mas, como vontade e desempenho são diferentes, ele também pode aumentar em 50% sua chance de broxar e diminuir a lubrificação natural da sua garota. &#8220;A longo prazo, o uso pode causar disfunções hepáticas e renais, convulsões, hemorragia cerebral e morte súbita&#8221;, alerta Heloísa. Mas se mesmo assim você ficar tentado a saber como é viajar sem sair do lugar, fique esperto: um levantamento da Superintendência da Polícia Técnico-Científica de São Paulo revelou que apenas 44,7% das drogas sintéticas apreendidas no estado em 2011 continham o princípio ativo do ecstasy, o MDMA. Ou seja, muita gente anda comprando remédio para emagrecer e anestésico de cavalo achando que é ecstasy.</p>
<p><strong>COCAÍNA</strong></p>
<p>O barato &#8211; Ela dá sensação de energia, confiança, sociabilidade e poder.</p>
<p>A roubada &#8211; Tudo isso vai embora tão rápido quanto chega. Pesquisa publicada no British Medical Journal revelou que o abuso da coca pode provocar danos no coração sem mostrar sintomas. Autópsias indicaram que o coração de um em cada quatro usuários mortos tinha inflamação do miocárdio, que provoca infarto. Além disso, quem abusa dos tiros (ação de cheirar a droga) pode acelerar o processo de envelhecimento do cérebro, como afirma pesquisa da Universidade de Cambridge (Inglaterra).</p>
<p><strong>CRACK</strong></p>
<p>O barato &#8211; Ele precisa de apenas 15 segundos para criar uma sensação de euforia intensa no cérebro. Além de espantar o sono e causar perda de peso intensa no começo do uso.</p>
<p>A roubada &#8211; Os efeitos são devastadores: um em cada três usuários morre por culpa do crack após meses de uso. Essa droga pode causar desnutrição, infartos e derrames. Ela se alastra rápido por todos os lados. O último levantamento da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo constatou que o crescimento do consumo de crack entre pessoas de renda superior a 20 salários mínimos foi de 139,5%</p>
<p><strong>ANFETAMINA</strong></p>
<p>No verão, o número de caras que querem recuperar o tempo perdido aumenta nas academias. Mas, nem sempre, treinar é a opção para enxugar o shape. Muitos preferem alternativas mais rápidas para emagrecer, como tomar anfetaminas. Segundo a ONU, essa é a segunda droga mais consumida no planeta. &#8220;Ela aumenta a liberação e prolonga os efeitos da noradrenalina e da dopamina, substâncias responsáveis pelo prazer, humor, sono e outras coisas boas&#8221;, explica a especialista Heloísa Garcia Claro. Mas fique ligado: além de um shape de ator de filme de ação, o uso dessa droga pode provocar taquicardia, aumento da pressão arterial, alucinações e convulsões &#8211; e pode deixar você mais parecido com um pitboy agressivo e irritado.</p>
<p><strong>ANSIOLÍTICO</strong></p>
<p>A pressão para cumprir prazos e a ansiedade que batem no fim do ano fazem muita gente recorrer a calmantes sem prescrição médica. Não à toa, um medicamento desse tipo é o segundo remédio mais vendido no Brasil, segundo o instituto IMS Health (EUA). O ansiolítico é recomendado para transtornos de ansiedade, bipolaridade e depressão. Como pode camuflar problemas emocionais, garantir uma boa noite de sono e até limar o efeito de outras drogas que aceleram o organismo (como a cocaína), os usuários parecem não se importar com o fato de ele ser tarja-preta e causar dependência química e psicológica. Os efeitos colaterais podem incluir apatia, delírios e até internações por abstinência.</p>
<p><strong>Prazer além das drogas</strong></p>
<p><strong>O &#8220;tesão&#8221; oferecido ao cérebro por elas pode ser substituido por outros estímulos</strong></p>
<p>A maior parte das drogas libera no organismo substâncias químicas ligadas ao humor e ao prazer, como a serotonina e a dopamina. &#8220;Nosso cérebro funciona como um sistema de recompensas&#8221;, explica Heloísa Garcia Claro. Segundo a especialista, algumas atividades dão prazer e o cérebro pede para repeti-las: são os chamados reforçadores. O prazer obtido com o uso de substâncias ilícitas é um reforçador, por isso queremos fazer de novo. Mas nós também podemos atingir o efeito dos reforçadores sem o atalho das drogas. Um artigo publicado no Journal of Psychiatry &amp; Neuroscience (EUA) afirma que atitudes simples, como treinos na academia e até sair de casa e pensar positivo, podem aumentar o nível de serotonina no cérebro. &#8220;Quem tem outras fontes de prazer e realização, incluindo vida profissional, sexualidade saudável, esportes, hobbies e esforços de educação continuada tende a lançar menos mão do uso de drogas&#8221;, afirma o psiquiatra Carlos Salgado.</p>
<p><strong>Moda de fora</strong></p>
<p>Estas drogas já têm consumidores cativos em outros países e estão desembarcando por aqui. Fique de olho e evite roubada</p>
<p><strong>MEFEDRONA</strong></p>
<p>Miau-miau, M-Cat, MC&#8230; Os apelidos da mefedrona são inofensivos. Os efeitos, não. Enquanto garante uma noite incrível com a parceira, na pista ou na cama, esse pó (ou pílula) também oferece problemas. Nos EUA, ela é conhecido como &#8220;sais de banho&#8221; &#8211; por causa da embalagem &#8211; e foi considerada a causa de um americano de 31 anos ter comido 75% do rosto de um mendigo em Miami, este ano. Sim, comer! Isso porque o efeito da mefedrona pode ser comparado ao da mistura de cocaína, LSD e ecstasy. A droga era, na verdade, um fertilizante para plantas vendido legalmente. Começou a fazer sucesso nas boates europeias, chegando a ser o quarto entorpecente mais usado pelos jovens britânicos, segundo pesquisa da revista de música eletrônica Mix Mag (EUA).</p>
<p><strong>METANFETAMINA</strong></p>
<p>Já não se via metanfetamina no Brasil há um tempo. Mas, no final do ano passado, a Polícia Federal apreendeu 145 mil comprimidos no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. Ela é vendida nas baladas como se fosse ecstasy. Mas não é. Ela vicia rapidamente. O custo que se paga por uma euforia de oito horas e potência sexual de até 30 horas é alto: em dinheiro, chega a valer até 200 reais; à vida, faz com que o usuário envelheça precocemente, matando-o em dez anos.</p>
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		<title>Não deixe a depressão sufocar você</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Apr 2013 14:39:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>

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		<description><![CDATA[Com ajuda de caras que já enfrentaram o problema, cada vez mais comum entre os homens, aqui está um caminho para desviar do buraco]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-17290" title="depressao" src="http://menshealth.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/04/depressao.jpg" alt="" width="620" height="352" /></p>
<p>Celulares que fazem tudo, televisões 3D, computadores superpotentes. Eis algumas das coisas sensacionais que os tempos modernos incorporaram à sua vida. No entanto, junto vieram agendas apertadas, trânsito de enlouquecer, preocupações financeiras e maior frequência de certos problemas de saúde. Um deles é a depressão. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 19% da população brasileira teve ao menos um caso de depressão na vida. Até 2030, a doença será a mais comum no planeta. Mas fique tranquilo. A seguir, explicamos tudo sobre o problema e, com a ajuda de caras que já enfrentaram esse mal, mostramos como você pode driblá-lo.</p>
<p><strong>O QUE É</strong></p>
<p>A depressão é uma doença que afeta seu humor, tira sua energia e altera seu comportamento. &#8220;A visão de mundo muda. A pessoa passa a enxergar apenas o lado negativo de tudo, além de lembrar do passado com culpa&#8221;, diz o psiquiatra Neury José Botega, professor do Departamento de Psicologia Médica e Psiquiatria da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p>
<p><strong>A CAUSA</strong></p>
<p>A doença é provocada por mudanças no funcionamento cerebral. Há uma queda na atividade dos hormônios serotonina, noradrenalina e dopamina &#8211; essas substâncias, liberadas pelos neurônios, são responsáveis por regular seu humor. Isso geralmente é desencadeado por problemas como pressão no trabalho, crises financeiras ou o fim de um relacionamento. &#8220;Acontecimentos significativos na vida de um homem podem modificar a química cerebral&#8221;, diz Ricardo Torresan, psiquiatra da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp).</p>
<p><strong>OS SINAIS</strong></p>
<p>Os principais sintomas são: isolamento, sensação de vazio, diminuição ou aumento de apetite, insônia, mal estar físico como dores e fadiga, perda de memória e irritabilidade. Para que a depressão seja diagnosticada, esses sinais devem permanecer por ao menos duas semanas.</p>
<p><strong>AS CONSEQUÊNCIAS</strong></p>
<p>A doença muda seu estado de espírito. Você não sente mais vontade de fazer coisas que antes davam prazer. Às vezes, não quer nem sair de casa. Falta disposição para realizar atividade físicas, fazer sexo. &#8220;Homens têm mais dificuldade de expressar o que sentem. Então, eles também ficam irritados, explodem de raiva, consomem álcool de forma abusiva&#8221;, explica Botega. Em casos extremos, a depressão pode levar ao suicídio. &#8220;Caras que sofrem com o problema muitas vezes dão pouca atenção aos sintomas, mesmo depois de procurarem ajuda médica&#8221;, afirma Chris Thompson, diretor médico do Priory Group, na Inglaterra. &#8220;Alguns cometem o erro de achar que é mais másculo se enforcar do que fazer tratamento&#8221;, alerta o psiquiatra.</p>
<p><strong>O TRATAMENTO</strong></p>
<p>A melhor maneira de combater a doença é manter hábitos de vida saudáveis (veja boxe Invista em Remédios Caseiros) e tomar medicamentos indicados por especialistas. &#8220;Depois de encontrado o remédio certo, o tratamento demora de duas a quatro semanas para começar a fazer efeito. A recuperação completa leva de dois a três meses. Mas, mesmo curado, é importante seguir com a medicação por até nove meses&#8221;, explica Torresan. &#8220;Homens também saem bem do problema com terapia cognitiva comportamental&#8221;, indica Thompson.</p>
<p><strong>Espante o problema</strong></p>
<p>Homens que sofreram com depressão mostram como superar a doença</p>
<p><strong>Alastair Campbell, ex-diretor de comunicações do ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair</strong></p>
<p>&#8220;Quem tem doenças mentais às vezes não se abre por medo do estigma. Mas o melhor que fiz foi assumir meu problema. Admiti que ouvia barulhos, que tinha atitudes estranhas ao ponto de ter sido preso, a bebida, a depressão. Espero que minha franqueza ajude outras pessoas. Passei por um grande colapso nervoso e sobrevivi. Ainda fico deprimido. Mas aceito a doença como parte de mim, e tomo remédios quando necessário.&#8221;</p>
<p><strong>Marcelo Aguiar*, estudante paulista</strong></p>
<p>&#8220;Quando estava com 17 anos, vivia no interior de São Paulo e estava cansado de morar lá. Sentia-me desmotivado. A gota d¿água foi quando minha namorada terminou comigo. Fiquei isolado e deixei de sair com meus amigos. Tinha um sentimento de vazio eterno. Como meu pai também sofreu de depressão, minha mãe logo viu que eu estava doente. A cura veio com remédios, psicoterapia e a mudança para a cidade de São Paulo. Comecei a estudar e conheci pessoas novas. Isso foi bom. Hoje, quando estou triste, desanimado, me forço a sair de casa, nem que seja para ir ao cinema sozinho.&#8221;</p>
<p><strong>Giles Andreae, cartunista inglês</strong></p>
<p>&#8220;Minha doença foi desencadeada por coisas que pareciam insignificantes: pressão financeira e mudar de casa. Fiquei sem chão e achei que não ia superar a situação. Sentia tremores constantes, soluçava. Não conseguia fazer nada. Quando você diz que está com depressão, as pessoas pensam: &#8220;Vê se toma jeito&#8221;. Mas trata-se de uma doença, não de uma fraqueza. Não tem nada a ver com se sentir infeliz. É um esvaziamento completo do caráter. Para reduzir seu risco, você precisa cuidar do bem-estar mental. O que faz você se sentir feliz? Tente começar dormindo melhor&#8230;&#8221;</p>
<p><strong>João Vasconcelos*, microempresário paulista</strong></p>
<p>&#8220;A doença se manifestou após eu ser promovido ao cargo de diretor de uma multinacional, aos 32 anos. Quando enfrentava uma situação estressante no trabalho, sentia tontura, parecia que ia desmaiar. Logo veio a sensação de vazio. Tinha dificuldade de expressar sentimentos. Achava que estava no pior emprego do mundo. Tomo remédio há 15 anos para controlar a doença. Abandonei o mundo corporativo e abri meu próprio negócio. Assim, tenho horários flexíveis e posso me exercitar, viver com mais qualidade. Faz dois anos que não enfrento nenhuma crise.&#8221;</p>
<p>* Nomes fictícios. Os personagens não permitiram que a identidade deles fosse revelada.</p>
<p><strong>Não confunda depressão com&#8230;</strong></p>
<p>A doença às vezes se parece com outros males comuns entre os homens. Ao lado, o psicoterapeuta Nick Gully, da Inglaterra, ajuda você a diferenciá-la</p>
<p><strong>&#8230; estresse</strong></p>
<p>É a tensão normal do dia a dia. Quando fica estressado, assim como na depressão, seu corpo libera cortisol. Mas o nível do hormônio depois volta ao normal. Para que seja diagnosticada a doença, é preciso índices elevados da substância quase o dia todo por duas semanas.</p>
<p><strong>&#8230; ansiedade</strong></p>
<p>É a sensação de dúvida em relação ao futuro. Você tem medo de que algo que está fazendo tenha resultado negativo. Foge de tudo que acha que vai dar errado. Quem está depressivo não se preocupa com o que vem pela frente, pois acha que não há nada de bom.</p>
<p><strong>&#8230; tristeza</strong></p>
<p>Os sintomas são parecidos com a depressão, como fadiga e mudanças no apetite. Mas uma pessoa triste mantém contato com amigos e tem momentos de prazer. Com a depressão, você perde a capacidade de se relacionar e não há nenhuma sensação positiva.</p>
<p><strong>Invista em remédios caseiros - 4 jeito naturais de ficar longe da depressão</strong></p>
<p><strong>Tome sol</strong></p>
<p>Pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte (EUA) descobriram que a exposição à luz brilhante, seja ela natural ou artificial, tem impacto positivo na síntese da serotonina, hormônio do bem-estar que ajuda a regular o humor no cérebro.</p>
<p><strong>Largue o cigarro</strong></p>
<p>A Universidade de Dundee (Escócia) descobriu que fumar desacelera a chegada de serotonina ao hipocampo. Essa estrutura, localizada nos lobos temporais do cérebro, usa a substância para controlar a ansiedade.</p>
<p><strong>Faça exercícios</strong></p>
<p>Praticar atividade física regularmente ajuda a melhorar a eficácia das proteínas neurotrofinas, que estimulam o crescimento de novos neurônios, segundo periódico americano Journal of Neurophysiology.</p>
<p><strong>Ajuste o cardápio</strong></p>
<p>Inclua na sua dieta: ricota, queijo cottage, abacate, peito de peru, soja e amêndoas. Esses alimentos fornecem tirosina, aminoácido precursor da norepinefrina, neurotransmissor que melhora a reação do corpo ao estresse.</p>
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		<title>“Para sempre, meu amor”</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Apr 2013 14:52:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<description><![CDATA[O sentimento dele pela esposa se espalhou e ganhou potência diante do câncer de mama dela. Inspire-se no aprendizado do homem que viu a dor
terrível fortalecer o casamento, e a vida]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-17067" title="Para sempre, meu amor " src="http://menshealth.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/04/cancer.jpg" alt="" width="620" height="352" /></p>
<p>Minha mulher ia tirar o seio. Ou parte dele. Impossível ter certeza de como seria a cirurgia, por mais que já tivéssemos as imagens feitas por exames de alta tecnologia. Éramos casados havia 16 anos quando descobrimos um câncer na mama direita dela. Em junho de 2011, recebemos o diagnóstico. O sofrimento foi pavoroso e a doença mudou nossas vidas bruscamente. Para melhor. Sandra, 48 anos, e eu, Roberto, 52, somos paulistanos e nos conhecemos na Alemanha em 1993. Ela estava trabalhando na Áustria e, antes de voltar ao Brasil, viajou a Munique, onde eu morava. Sandra queria aproveitar a Oktoberfest e se despedir de algumas amigas. Uma delas era minha colega. Já aconteceu lá. Quando vi Sandra pela primeira vez, fui tomado pela convicção de que a gente ia ficar junto para sempre. Eu estava certo, ao menos até agora. Na Alemanha, saímos três vezes. Sete meses depois, cheguei ao Brasil, liguei logo para ela e&#8230; Casamos em 1995 e assim estamos. A iminente sombra da morte não conseguiu abalar nossa união. Talvez isso seja porque, antes de a morte espreitar bem de perto, Sandra e eu já tínhamos criado uma cumplicidade valente, laços firmes de verdade, ao enfrentar outros desafios.</p>
<p style="background-color: #b10c15;"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #ffffff; font-size: x-small;"><strong>LEIA A REPORTAGEM COMPLETA NA EDIÇÃO DE ABRIL DA <em>MEN&#8217;S HEALTH</em></strong></span></p>
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